O Supremo Tribunal Federal, sempre ele, concedeu liminar reconduzindo Thales Ferri Schoedl ao cargo de promotor de Justiça. Para quem não se lembra, o promotor foi acusado de matar um rapaz e ferir outro na saída de um luau em Bertioga, litoral de São Paulo, porque mexaram com a namorada dele.
Quem deu a liminar? Nenhuma surpresa: foi o ministro Carlos Alberto Direito, aquele mesmo que adia todas as decisões importantes do STF com a senha: “Peço vista!”
Shoedl já havia sido exonerado do cargo pelo Conselho Nacional do Ministério Público, que decretou o não vitaliciamento, e perdera o salário. Agora, embora não possa voltar à função enquanto não for julgado o mérito da ação, terá direito a receber salários mesmo sem trabalhar.
Preso em flagrante pelo delegado de Polícia de Bertioga, o promotor alegou que atirou em legítima defesa, mas acabou denunciado ao Tribunal de Justiça de São Paulo por homicídio duplo qualificado em janeiro de 2005. Continua solto e recebendo o salário que nós pagamos. Que beleza!
terça-feira, 7 de outubro de 2008
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